
Modificar as práticas de saúde implica em reconhecer a influênica do ambiente físico e ambiente cultural, muito além dos fluxos definidos nesta imagem.(2011).
"A forma como o profissional absorve os PROBLEMAS DE SAÚDE pode influenciar toda a cadeia de relações em que está imerso o sistema de saúde, dentro do ambiente cultural e físico.
A adesão do profissional à PROMOÇÃO DA SAÚDE poderia ser uma estratégia de mudança do paradigma assistencial baseado na demanda por consumo de consultas, insumos e procedimentos."(2012)
" A pressão pela demanda assistencial é muito forte e isso acaba refletindo no comportamento dos gestores, que
acabam só cobrando metas numéricas, por produção de consultas, deixando a promoção de lado, como se fosse um luxo reservar horários de atendimento para a promoção da saúde. Infelizmente o sistema não permite que se mude, e os profissionais entram no círculo vicioso da produção, governado pelas planilhas e pelas metas, como se isso resolvesse a questão."
(2013)
" O SUS é maior do que todos os governos. Suas práticas continuam sendo construídas pelos trabalhadores do sistema, a despeito de todos os arranjos administrativos, práticas construídas junto com o povo.
Todos os profissionais do SUS, no seu quotidiano, poderão defendê-lo da lógica do mercado.
A inovação como valor simbólico já ocorre na lógica das empresas. Precisa agora ser incorporada como valor nas políticas públicas como o SUS, ampliando o Capital Social dos trabalhadores comprometidos com a INTEGRALIDADE."(2016)
"Esta ampliação do Capital Social dos trabalhadores, juntamente com os movimentos sociais e gestores democráticos pode ser obtida numa PLATAFORMA DIGITAL COOPERATIVA" (2025)
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