DATA DA 22ª CONFERÊNCIA MUNICIPAL DA SAÚDE: 5 e 6 de Abril de 2025

CAPÍTULO VII - DO FUNCIONAMENTO

III - Atividades nas salas:
a) Apresentação sobre temas que serão discutidos nos Eixos (15 minutos)
b) Levantamento de problemas dos territórios e sistematização em uma lista por eixo (45min)
IV - Almoço (1 hora);
V - Atividades nas salas:
a) Eleição de 03 problemas prioritários a partir da lista elaborada no momento III, para cada um dos eixos
(1h)
b) Escolha de uma ação prioritária para cada um dos três problemas eleitos (cerca de 1h e meia);

Coloque neste tópico problemas e ações relacionados ao EIXO 1

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Respostas a este tópico

PROBLEMA:

As mudanças climáticas e os desastres ambientais favorecem epidemias como a Dengue, a Leptospirose e o risco de novas viroses (Oropuche), além do risco do retorno da Febre Amarela urbana com a multiplicação do Aedes e destruição das florestas.

AÇÃO
Criação de uma VIGILÂNCIA EM SAÚDE PARTICIPATIVA numa plataforma digital cooperativa para gerar "práticas, com o protagonismo das comunidades e movimentos sociais num dado território, e que pode envolver diferentes graus de atuação junto ao Estado, a academia e especialistas, desde que estes reconheçam os saberes populares e se impliquem nos processos participativos de natureza dialógica." (do documento orientador da Conferência de Saúde do Trabalhador)
Evaldo disse:

PROBLEMA:

As mudanças climáticas e os desastres ambientais favorecem epidemias como a Dengue, a Leptospirose e o risco de novas viroses (Oropuche), além do risco do retorno da Febre Amarela urbana com a multiplicação do Aedes e destruição das florestas.

Pré-conferência OESTE PROBLEMA 1:

Desinformação da população com relação à administração de vacinas. Falta de ações educativas em saúde/ambientais voltadas para a população em geral. Falta de investimento em ações de promoção de saúde. Deficiência de áreas verdes, falta de zeladoria e monitoramento das áreas verde remanescentes (falta de poda regular das árvores, falta de replantio). Aumento do desmatamento, alteração do ciclo da água do planeta devido ao desvio dos fluxo dos rios voadores, levando ao aumento das arboviroses, catástrofes ambientais (alagamentos, queda de árvores, inundações), sobrecarregando o atendimento nas unidades de saúde. Aumento da população de insetos (atualmente sobrevivem ao clima frio). Prédios espelhados levando ao aumento de temperatura do ambiente. Ausência de equipamentos e serviços permanentes, bem como time de resposta especificamente preparado para atender às emergências climáticas, para gerenciamento de risco, por territorialidade. Tenda acionadas conforme a condição do clima são poucos eficazes pois não têm grande abrangência.

AÇÃO PRIORITÁRIA 1

Ampliar a conscientização e educação da população em relação ao uso das vacinas. Ações de educação ambiental e promoção da saúde (importância da vacinação, alimentação, atividade física, hortas, dentre outras) voltada para as população em geral, com a utilização de uma plataforma digital cooperativa de uso intersetorial, que proporcione o monitoramento das mudanças climáticas e da saúde da população de modo geral.



Linhas de Cuidado - SUS disse:

Pré-conferência OESTE PROBLEMA 1:

Desinformação da população com relação à administração de vacinas. Falta de ações educativas em saúde/ambientais voltadas para a população em geral. Falta de investimento em ações de promoção de saúde. Deficiência de áreas verdes, falta de zeladoria e monitoramento das áreas verde remanescentes (falta de poda regular das árvores, falta de replantio). Aumento do desmatamento, alteração do ciclo da água do planeta devido ao desvio dos fluxo dos rios voadores, levando ao aumento das arboviroses, catástrofes ambientais (alagamentos, queda de árvores, inundações), sobrecarregando o atendimento nas unidades de saúde. Aumento da população de insetos (atualmente sobrevivem ao clima frio). Prédios espelhados levando ao aumento de temperatura do ambiente. Ausência de equipamentos e serviços permanentes, bem como time de resposta especificamente preparado para atender às emergências climáticas, para gerenciamento de risco, por territorialidade. Tenda acionadas conforme a condição do clima são poucos eficazes pois não têm grande abrangência.

Pré-conferência OESTE PROBLEMA 2:

Fragmentação das vigilâncias em saúde, devido à ausência de  RH, financiamento, a fim de mitigar aumento dos riscos à saúde. Falta de estratégias em relação às áreas de risco. Destinação equivocada de recursos financeiros por falta de priorização das políticas públicas adequadas. Falta de funcionários na rede pública de saúde. Chuvas excessivas causando alagamento nas UBS e calor excessivo. Ausência de sistema integrado de informação de dados e indicadores ambientais do território e dos equipamentos públicos, tais como: gastos de energia, consumo de água, temperatura do ambiente, cobertura vegetal, geração de resíduos. Uso ineficiente da tecnologia da informação, prejudicando a intersetorialidade. Manutenção e abastecimento dos dados epidemiológicos para que permaneçam disponíveis para uso futuro. Sustentabilidade no ambiente de trabalho; favorecer produtores locais adquirindo alimentos destes para os serviços de saúde, falta de políticas públicas com base em evidências voltadas para minorar e organizar os impactos dos efeitos climáticos.

AÇÃO PRIORITÁRIA 2

Reformulação e organização dos locais de trabalho, evitando sobrecarga dos equipamentos de saúde com o aumento de RH (especifico de medidas de prevenção e promoçâo) por meio da realização de concursos públicos, melhoria das instalações públicas com a adequação da climatização ambiental e distribuição de EPIs, conforme protocolos específicos. Implementação e gerenciamento participativo em saúde digital.



Linhas de Cuidado - SUS disse:

Pré-conferência OESTE PROBLEMA 2:

Fragmentação das vigilâncias em saúde, devido à ausência de  RH, financiamento, a fim de mitigar aumento dos riscos à saúde. Falta de estratégias em relação às áreas de risco. Destinação equivocada de recursos financeiros por falta de priorização das políticas públicas adequadas. Falta de funcionários na rede pública de saúde. Chuvas excessivas causando alagamento nas UBS e calor excessivo. Ausência de sistema integrado de informação de dados e indicadores ambientais do território e dos equipamentos públicos, tais como: gastos de energia, consumo de água, temperatura do ambiente, cobertura vegetal, geração de resíduos. Uso ineficiente da tecnologia da informação, prejudicando a intersetorialidade. Manutenção e abastecimento dos dados epidemiológicos para que permaneçam disponíveis para uso futuro. Sustentabilidade no ambiente de trabalho; favorecer produtores locais adquirindo alimentos destes para os serviços de saúde, falta de políticas públicas com base em evidências voltadas para minorar e organizar os impactos dos efeitos climáticos.

Pré-conferência OESTE PROBLEMA 3:

Grande produção de resíduos nos serviços de saúde e falta gestão e logística adequada na coleta de resíduos gerados nos serviços de saúde e em atendimento domiciliar. Desperdício de recursos de saúde por gestão inadequada na aquisição dos materiais utilizados, bem como a falta de comunicação entre os setores responsáveis. Descarte incorreto do lixo, falta de consciência com relação a separação e reciclagem. Falta de conscientização/educação dos funcionários terceirizados da limpeza quanto à importância da coleta seletiva nos serviços de saúde. Ampliação do uso de descartáveis em hospitais, gerando aumento de resíduos de saúde. Falta de consciência da comissão padronizadora de materiais. Falta de aproveitamento e manejo dos resíduos gerados pela população que poderiam ser revertidos em recursos energéticos, financeiros, etc. Estratégias de auto-financiamento.

AÇÃO PRIORITÁRIA 3

Todos os serviços públicos ou aqueles que recebam recursos públicos devem ter estudo do impacto ambiental de indicadores que façam interface a saude, de seu funcionamento e atividades, assim como plano para mitigação de tais danos que inclua, entre outros aspectos, programa de uso racional de recursos, manejo de resíduos, infraestrutura adequada e controle de poluição. Analogamente, todos os bens ou serviços comprados ou contratados pela Prefeitura, deverão ser analisados previamente quanto aos mesmos quesitos, sendo inclusive um elemento técnico de avaliação concorrencial. Preferencialmente, as ações para mitigação do impacto ambiental devem nortear-se pelos princípios da economia circular, com a finalidade de geração de recursos territorizados a partir da cadeia de geração de valor a partir de resíduos, da descentralização das cadeias produtivas, da conscientização social e da priorização de tecnologias limpas. Tais estudos deverão ser amplamente divulgados em linguagem acessível a público geral, em plataforma geoprocessada, especialmente para usuários e trabalhadores do serviço que deverão contar com mecanismo para fiscalização e melhoria das ações propostas. Realizar atividades de educação ambiental, treinamento de funcionários que fazem a coleta bem como dos geradores do resíduos. Contratar empresas que fazem esterilização de materiais

Linhas de Cuidado - SUS disse:

Pré-conferência OESTE PROBLEMA 3:

Grande produção de resíduos nos serviços de saúde e falta gestão e logística adequada na coleta de resíduos gerados nos serviços de saúde e em atendimento domiciliar. Desperdício de recursos de saúde por gestão inadequada na aquisição dos materiais utilizados, bem como a falta de comunicação entre os setores responsáveis. Descarte incorreto do lixo, falta de consciência com relação a separação e reciclagem. Falta de conscientização/educação dos funcionários terceirizados da limpeza quanto à importância da coleta seletiva nos serviços de saúde. Ampliação do uso de descartáveis em hospitais, gerando aumento de resíduos de saúde. Falta de consciência da comissão padronizadora de materiais. Falta de aproveitamento e manejo dos resíduos gerados pela população que poderiam ser revertidos em recursos energéticos, financeiros, etc. Estratégias de auto-financiamento.

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