Plataforma de Cooperação do SUS
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1ª CNSTT (1986)
Em 1986, o prefeito de São Paulo era Jânio Quadros - PTB (1986 - 1988). O governador era Franco Montoro - PMDB (1983 - 1987). O SUS ainda não era regulamentado, recém-aprovado pela Constituição de 1986. Jânio Quadros prioriza as grandes obras (como o túnel sob o Parque Ibirapuera). Foi um período de sucateamento e clientelismo na saúde pública do município. Tínhamos um governo progressista no estado, e um governo conservador no município. José Sarney era o presidente do Brasil.
Luiza Erundina - PT (1989-1992) interrompe o investimento em grandes obras de Jânio Quadros e prioriza seu governo na organização do SUS e da estrutura social do município abrindo concursos e remunerando melhor os servidores públicos da Saúde e da Educação. Teve embates com o governador Orestes Quércia - PMDB (1987-1991) e Luiz Antonio Fleury Filho - PMDB (1991-1994), com a transição do SUDS para o SUS no repasse das verbas federais pela regulamentação da Lei 8080 e 8190 do SUS. O presidente do período foi Collor/Itamar.
2ª CNST (1994)
Paulo Maluf - PDS/PPR/PPB (1993-1996) e Celso Pitta PPB/PTN (1997-2000).
Maluf retoma as grandes obras, sucateia a saúde e cria o PAS em 1995, no final do seu governo. Apesar de não fazer parte do SUS recém-criado, o PAS foi a primeira experiência de terceirização da saúde, sendo aprovado pela população e ajudando a eleger Pitta como sucessor de Maluf, pois não havia reeleição na época. O governador do período era Mario Covas PSDB (1995 a 2000) que, com o secretário Guedes cria o Qualis com as verbas federais do município, sendo a primeira experiência de terceirização da Atenção Básica dentro do SUS. O presidente do período era Fernando Henrique Cardoso.
Foi o auge do período neoliberal.
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